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segunda-feira, 23 de maio de 2011

postheadericon [Fanfiction] Operação Íris

Feita Por:


oficialmente no forum

do transformice

Sesão 

bate-papo






Torre VCI, Parte 1

Já estava de noite, quando ouvia-se fortes barulhos de vidros se quebrando dentro de um prédio. Através desses vidros via-se algo marrom correndo em alta velocidade, escapando de cannons que eram jogadas contra ele. Seu nome era Twin.
O suposto shaman que invocava as cannons era muito mais rápido que ele, assim chegando na frente e dando mais chances de acertá-lo. Os reflexos de Twin eram rápidos, logo ele escaparia das cannons mais facilmente. Logo no fim do corredor não havia mais janelas, e o shaman não podia mais ver o rato.
- Droga. – Disse o shaman, enquanto se encostava na parede, exausto.
Twin virava o corredor e já se acalmava, bufando. O rato apertava o botão de seu microfone na orelha.
- Luke, onde você está, cara? Não consigo me comunicar com o resto do pessoal. – Dizia Twin, nervoso.
- A situação está feia aqui. Estou em uma tubulação de ar, acho que no oitavo andar. – Luke respondia, também nervoso.
- Consegue falar com o resto do pessoal aí? – Dizia Twin, enquanto tentava apressar o passo pelos corredores de metal do prédio.
- Acho que sim. Tenho um lugar para todos nos encontrarmos. É só vir pela tubulação que ninguém vai perceber. – Luke respondia enquanto rastejava pelas tubulações.
- Onde? – Twin perguntava, curioso e ao mesmo tempo nervoso.
Luke abria sua pequena mochila. De lá tirava um mapa. Um grande mapa.
- Hmmm... Tem um pequeno depósito do sétimo andar. Pode ser lá. – Luke respondia.
- Mas eu estou no terceiro andar... – Twin reclamava.
- Não posso fazer nada. – Luke desligava o microfone.
- Droga. – Twin reclamava enquanto virava outro corredor.
Ele avistava uma grade de entrada para uma suposta tubulação A-C no final do corredor. Porém, eis o inesperado. Um shaman guardava aquela parte do corredor, justamente na frente da entrada daquela tubulação.
Twin se escostava na parede do corredor e procurava algo que poderia ajudar a ocupar o shaman. Um armário se encontrava do outro lado daquele corredor. Twin atravessava o corredor silenciosamente até o armário e abria a porta.
Nada surpreendente; só uma estante de madeira com uma caixa de ferramentas dentro. Twin pegava a caixa e colocava-a levemente no chão, e a abria.
A caixa era repleta de martelos e chaves de fenda dentro. Era perfeita. O silêncio daquele lugar foi cortado por um alarme muito alto. Twin levara um susto, assim largando o martelo que segurava no chão de metal, causando um estrondo.
Antes que pudesse dizer Queijo o shaman daquele corredor arrombava o armário.
- PARADO AÍ! – Gritava o shaman.
Twin estava tenso naquela hora, não sabia o que fazer. Ele logo sacou um martelo da caixa e arremessou no rosto do shaman, fazendo-o desmaiar.
O microfone de Twin chiava muito forte. Ele ouvia o som do chão de metal e suspiros.
- TWIN! – Gritou o rato. – É você?
- Nedle? – Twin dizia, espantado.
- Finalmente consegui sinal! Twin, estou sendo perseguido. Onde você está?
- Terceiro andar. Estou subindo para o quarto. E você? – Twin respondia, enquanto corria para a entrada de tubulação A-C.
- Estou no quarto, venha rápido! TWIN! – Nedle gritava, e tudo o que Twin conseguia ouvir era o som da invocação de cannons.
- Estou indo, cara. – Twin falava enquanto escalava as tubulações para o quarto andar.

Chegando lá, Twin não via nada. O lugar estava vazio. Virando-se para as janelas arranha-céu dos corredores, dois flashes pretos atravessaram elas. Eram cannons. Twin corria desesperadamente até lá, arrebentando uma das janelas e caindo um pouco abaixo.
Ele via Nedle escapando dos ataques dos shamans com spirits, apenas. Twin não queria chamar a atenção, ele pretendia fazer algo mais silencioso. Rapidamente ele puxou uma barra de ferro que foi amassada pelo Cannon e jogou contra um dos shamans. Como se esperava, o shaman desmaiou. Twin rapidamente se encostou nas paredes, se escondendo.
- O que foi isso?! – Gritou um dos shamans, correndo em direção ao seu parceiro.
Nedle aproveitou a brecha para se jogar no shaman e tentar imobilizá-lo.
- NED! SAIA DE PERTO! – Gritou Twin, enquanto se jogava da plataforma que ele estava.
Nedle largava o shaman e saltava para longe dele. Twin caira encima do outro shaman, desmaiando-o.
- Twin! – Disse Ned, reconhecendo o rato.
- Vamos, estamos a recém no quarto andar.
Twin e Nedle se direcionavam a escada de ferro ao lado deles, assim voltando aos corredores.


Torre VCI, Parte 2

Chegando ao sexto andar, os dois se deparam com algo surpreendente no final do suposto corredor que era para ter outra entrada; não havia nada. Apenas portas trancadas e armários.
- O quê? – Dizia Ned, espantado com o que via.
- Parece que não tem saída. Digo, entrada. – Dizia Twin, sarcástico.
Nedle virava para trás, observando as janelas. Uma escada parecia levar ao sétimo andar. Ele cutucava Twin, fazendo-o virar para aquela janela. Logo, já estavam se aproximando dela.
Havia algo errado; o lugar estava silencioso. Silencioso demais.
Ouvia-se vidros quebrando enquanto alguém gritava, mas nada parecia cair de lá. Logo depois ouvia-se mais gritos.
- SOCORRO, SOCORRO!! – Gritava o rato, pendurado no parapeito da janela do sétimo andar.
Ned e Twin batiam rapidamente no vidro, na tentativa de quebrá-lo. O Rato não agüentou e soltou-se. O estrondo no chão foi imenso. Finalmente Twin e Ned conseguiram quebrar o vidro.
- Quiqui! – Gritava Twin, indo em direção ao rato.
- Droga de shaman. – Quiqui reclamava enquanto se levanta.
- Vamos, vamos indo. Esse já é sexto andar, vamos nos encontrar com o Luke no sétimo. – Disse Nedle.

Os ratos subiram a escada que levava ao sétimo andar. Chegando lá, viram que começou a ter mais corredores e menos salas. Os ratos iam caminhando até o ponto de encontro.
- Por quê não podemos usar os elevadores? – Perguntou Quiqui, enquanto caminhava.
- Nedle ativou o alarme quando estava no quarto andar. – Twin respondia.
- É... O elevador ia ser muito indiscreto. – Disse Ned.
O microfone de Quiqui captou um sinal. Era Luke.
- Luke? – Quiqui perguntava enquanto tentava pegar mais sinal com o microfone.
- Quiqui! Onde você está? – Luke perguntava, nervoso.
- Estou junto com o Twin e o Ned. Você já está no depósito?
- Não. Estou escondido em um armário, logo no corredor do depósito. Há 3 shamans aqui, e eu não sou páreo para eles. Estou desarmado.
- Estamos chegando. Não faça nenhum barulho.
Os ratos apressavam o passo. Twin se lembrava do armário que via no sexto andar. Ele podia ter ferramentas lá.
- Quiqui, chame o Luke denovo. Pergunte para ele se no armário que ele está tem alguma caixa de ferramentas. – Dizia Twin.
Quiqui ligava seu microfone novamente, logo conseguia sinal com Luke.
- Luke, olhe em volta do armário que você está. Há alguma caixa de ferramentas, algo que possa usar? – Quiqui perguntava, esperançoso.
- Não... nada. Venham logo. – Dizia Luke, em um tom baixo. – Não vou conseguir me esconder aqui por muito tempo.
Quiqui desligava o microfone e avisava Twin.
- Droga, alguém vai ter que descer. Eu vou lá. – Dizia Twin, que já se direcionava para as escadas.
- Não! Eu vou. Vocês cuidam dos shamans, tentem destrair eles. Volto em dois toques. – Nedle interfere.
- Está bem. Mas seja rápido. – Dizia Quiqui.
Nedle corria rapidamente, enquanto Twin e Quiqui iam atrás de Luke. Chegando lá, avistavam os dois shamans vagando pelo corredor. Chegou a hora.

- Hey, shaman estúpido. – Dizia Quiqui, antes de dar uma rasteira no calcanhar de um dos shamans.
Luke se jogava para fora do esconderijo, com um salto. O outro shaman levara um susto seguido de uma porrada.
Os três ratos se preparavam, não ia ser fácil até Nedle chegar.
- Rápido, Ned... – Nedle falava consigo mesmo, abrindo o armário com a caixa de ferramentas. Ele segurava a caixa e subia rapidamente as escadas para o sétimo andar, assim chegando no corredor onde os shamans estão.
- Ned! – Gritava Twin, agitado. – Jogue a caixa!
Ned, obedecendo, jogou a caixa para o rato, que logo pegou dois martelos de lá. Rapidamente ele correu contra um dos shamans, levantando os dois martelos.
- Tchau. – Dizia Twin, frio. Ele acertava os martelos na cabeça do shaman, que ficou inconsciente.
O outro shaman corria desesperadamente, na tentativa de fugir, e talvez, de ativar o alarme. Quiqui pegara uma marreta vermelha da caixa e lançara no shaman. A marreta levou ele longe, quebrando o vidro e fazendo-o cair na sacada do sexto andar. Os ratos se direcionavam para o depósito, esperando os outros.
Silêncio.

- Onde está o pessoa- - Quiqui era interferido por um estrondo no teto. Era a porta da tubulação, dois ratos saíram de lá. Seus nomes eram Lukas e Dehco.

Torre VCI, Parte 3

- Ok, vamos nos organizar. – Twin chamava a atenção de todos. – Estávamos todos separados até agora. Algum de vocês está ferido, se sentindo mal, ou algo do tipo?
Não houve resposta.
- Luke, veja o mapa. Onde é a sala de Von Cheesen?
Luke tirava o mapa de sua mochila e o estendia, colocando-o sobre uma mesa velha de madeira.
- Deixe me ver. Estamos no sétimo andar. A sala dele é no... último andar. – Dizia Luke, observativo.
- E onde é o último andar? – Perguntava Dehco, nervoso com o número de andares da torre.
- 30. – Dizia Luke, em um tom baixo. Todos se espantavam.
- Não. Não. Não. NÃO! ONDE FICA A SALA DE CONTROLE?! – Lukas perguntava, irritado.
- Deixa eu ver... – Disse Luke, concentrado no mapa. – 14° andar.
- Vamos até a sala de controle, assim podemos ativar o elevador. – Dizia Lukas, com um olhar de gênio.
- Essa é uma boa idéia – Disse Quiqui – Mas são mais 7 andares...
- Não se preocupe com os shamans, estamos em um grande numero e temos armas. – Dizia Lukas.
O grupo ia se organizando, até tudo estar certo.

- Certo. – Dizia Luke, orgulhoso. – Pegamos as armas e dividiremos entre dois ratos. Então iremos para a sala de controle, ativar o elevador. Assim pegamos o elevador para o último andar e lá encontraremos Von Cheesen. Está tudo certo?
Todos concordavam.
- Então vamos lá. – Dizia Luke.
Dehco pegava as caixas de ferramentas da sala e tirava todos os martelos de lá. Ele repartiu 3 para cada um de dois ratos, que no caso eram Nedle e Lukas. Estava tudo pronto.
Eles abriam a porta do depósito e se dirigiam ás tubulações, onde chegariam mais rápido ao 14° andar.

Chegando lá, não encontraram corredores, e sim, um tipo de salão. No final, havia uma porta de metal com um botão vermelho ao lado. Os ratos se aproximaram daquela porta; era a sala de controle. Lukas chegava na frente e apertava o botão, a porta se abria. Ele não estava acreditando no que estava vendo.
- Mas o quê?! – Gritava Lukas, espantado com o que via.
Era um robô. Estava tentando hackear o sistema da torre.
- SAIA DAÍ! – Quiqui berrava, tentando proteger os controles. 
- NÃO! Saiam vocês. – Disse o robô. – Não se metam, isso não é assunto de vocês.
- Por favor, não faça nada com esse controle. – Dizia Dehco, falando com o robô.
- Quem são vocês?
- Apenas conhecidos. Von Cheesen roubou uma coisa que não é para estar com ele. – Twin respondia. – E você? Quem é?
- Meu nome é Bender. Quero me vingar do que Von Cheesen fez comigo. – Dizia Bender.
- E o que ele fez com você? – Quiqui perguntava, curioso.
- Não interessa. – Bender respondia, arrogante. – Bom, posso acompanhar vocês.
- Está bem. Apenas ative o elevador, por favor. – Dizia Twin, seguro.
Bender ativava o elevador, logo um som se ouvia por toda a torre. Rapidamente todos saíram da sala e desceram para o 13° andar, para pegar o elevador. Os ratos se sentiam inseguros, mas estava chegando a hora.

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